domingo, 28 de maio de 2017

 ESTÁGIO NÃO ESCOLAR


Caracterização da Instituição

A Associação Beneficente Renascer -  ASCER- foi fundada em 16 de Dezembro de 1994, a fim de legalizar a existência,  - jurídica da Comunidade Terapêutica Educacional Renascer -  CTER, que necessitava de uma mantenedora para captação de recursos e realização de convênios com o Estado e Município. A Comunidade Terapêutica Renascer, constitui -se em pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial.
 Durante o primeiro ano de funcionamento, a manutenção a Instituição se deu exclusivamente através da contribuição dos pais das crianças e adolescentes e eventos sociais para arrecadação de fundos.  No ano seguinte a comunidade já conseguiu um parceria com o Estado , com o intuito de fazer uma parceria para o diagnóstico de alunos do ensino regular.
A comunidade realiza  Serviço Social, com atendimento  individual  e familiar, com o objetivo de inseri - los na sociedade de forma responsável e com qualidade, mediando os conflitos estabelecidos na relação escolar e familiar a partir das dificuldades apresentadas, visando a inclusão social e autonomia dos mesmos, a promoção e defesa, de forma ampla, irrestrita de seus valores e direitos humanos, individuais, coletivos e naturais, com crianças e adolescentes em situação de risco, vulnerabilidade social, de forma a buscar soluções no sentido de minimizar as violações dos direitos.
A Comunidade realiza atendimentos multidisciplinar com Serviço Social, Terapeuta Ocupacional, Psicologa e Psiquiatra, para crianças e adolescentes com diagnóstico de Transtornos Globais do Desenvolvimento e outros quadros emocionais agravados. O horário de funcionamento é das 08:00 ás 17:00 horas, de segunda a sexta - feira.  A Associação trabalha em parceria com a Escola de Educação Especial, atendendo os alunos que frequentam a escola e suas famílias, procurando a inclusão dos mesmos na sociedade e contribuir para o desenvolvimento e adolescentes das crianças com necessidades especiais.

Atendimento Terapeutico


Desenvolvido  pelo serviço ambulatorial oferece atendimentos com equipe multidisciplinar, com técnicos especializados , com o objetivo de desenvolver suas habilidades cognitivas, bem como a internialização e assimilação de regras sociais, adequadas a faixa etária.
A  sua estrutura possuí uma equipe  com  Terapeutas Ocupacionais, psicologas, assistente de serviço social, psiquiatra, a diretora Vera Lúcia, financeiro Cristiane, administrativo Sara  e zeladoras Sueli e Maria da Graça.
O atendimento é para as crianças e adolescentes que frequentam a  Escola de Educação Especial e a comunidade  da região.


Estágio: 15/05 a 19/05/17




ESTUDO DE CASO
               
Este estudo de caso foi um trabalho com aluno especial  com Transtorno do Espectro Autista.
1 INTRODUÇÃO
1.1 DEFINIÇÃO
O autismo é um transtorno, de desenvolvimento que aparece nos três primeiros anos de vida, e afeta o desenvolvimento normal do cérebro relacionado às habilidades sociais e de comunicação. É uma alteração “cerebral”, “comportamental” que afeta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia.
            Algumas crianças apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, algumas apresentam também atraso mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem. Outros aparecem fechados e presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.
            O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca do seu mundo exterior, encontrando centrado-se em si mesmo, ou seja, existem perturbações das relações afetivas com o meio.
A palavra “autismo” deriva do grego “autos” que significa “voltar-se para si mesmo”. A primeira pessoa a utilizá-lo foi o psiquiatra austríaco Eugen Bleuler para se referir a um dos critérios adotados em sua época para a realização de um diagnóstico de esquizofrenia. O adjetivo “autismo” foi introduzido na literatura em 1906, pelo estudioso Plouller, mas foi Bleuder em 1911, o primeiro a difundir o termo autismo, definindo-o como perda de contato com a realidade. Referindo-se a transtorno básico da esquizofrenia, que consistia na limitação das relações pessoais e com o mundo externo, parecendo excluir tudo que parecia ser o “eu” da pessoa.
1.2 SINTOMAS E SINAIS
A criança autista demonstra alguns problemas específicos como medo, fobias, alterações do sono e de alimentação e ataques de birra e agressões, na ocorrência do retardo mental são bastante comuns a autoagressão, essas crianças apresentam problemas na comunicação e linguagem, apresentam também déficit em quatro áreas: pobreza de jogos imaginários, compreensão de gestos, linguagem como objeto de comunicação social e presença de respostas estereotipadas ou ecolalias. 
1.3 CARACTERÍSTICAS
De acordo com Belisário Filho (2010) as principais características da criança apresentada antes dos 3 anos de idades:


  • Dificuldade em estabelecer contatos com os olhos;
  • Parece surdo, apesar de não ser;
  • Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros;
  • Apresenta certos gestos repetitivos e imotivados como balançar as mãos, ou balançar-se;
  • Arruma seus brinquedos sempre da mesma forma e, mesmo que fique sem vê-los durante um tempo, lembra-se da sua posição;
  • Pode haver atraso ou ausência do desenvolvimento da linguagem;
  • Prejuízo no desenvolvimento da interação social e da comunicação;
  • Demonstra ansiedade frequente;
  • Usa as pessoas como instrumento para satisfazer suas necessidades.
  • Manter na medida do possível uma rotina (hora/atividades/local/objetos);
  • Manter condições de certa estabilidade evitando muitas transições, com frequências (mudar de escola, empregadas, tipos de alimentos);
  • Oferecer um ambiente previsível, e com segurança (evitar surpresas);
  • Explicar com clareza as ideias implícitas que eles não conseguem entender;
  • Dar oportunidades de mostrar suas habilidades, suas áreas mais bem desenvolvidas;
  • Ensinar regras sociais simples, aquelas que as demais crianças aprendem sozinhas;
  • Encorajar nas amizades, nas pequenas iniciativas de contato social;
  • Ensinar a eles como melhorar a expressar seus sentimentos de medo e suas ansiedades;
  • Oferecer explicações mais concretas, dar exemplos a situações muito abstratas;
  • O educador é fundamental como modelo, ser calmo e afetuoso;
  • Ensinar ou mesmo treinar as normas sociais, o que é certo e o que é errado, o que pode e o que não pode fazer em determinados espaços;


É importante ressaltar que, quanto mais cedo se identificar o autismo, mais eficaz será o tratamento e, em alguns casos, a sua recuperação.
1.3 TIPOS DE TRATAMENTO
Não existe uma cura completa porque a personalidade está distorcida e a maturidade mal estruturada, o que pode ser feito é um tratamento especializado, o mais indicado é a psicoterapia prolongada, é importante também um tratamento multidisciplinar composta por psiquiatra, fonoaudióloga, psicólogo, pedagogo, psicopedagogo, terapeuta ocupacional, dentre outros mais diversos especialistas que ajudam no tratamento com o autista.
No tratamento com criança autista é importante e necessária a manutenção de uma rotina diária, a rotina é fundamental para O estabelecimento de hábitos higiênicos, alimentares e posturais corretos e, é fundamental para que a criança consiga um nível de desempenho que possibilite sua integração na família e na sociedade.
O tratamento psicanalítico visa oferecer condições para que a criança autista constitua a noção dela mesma e dos outros, e ao ser aplicado leva-se em conta dois aspectos bem distintos. De um lado a singularidade de cada relação analítica e as peculiaridades do mundo interno de uma criança em desenvolvimento e do outro a compreensão da doença autismo infantil precoce, que afeta igualmente o desenvolvimento das crianças acometidas. Com o tratamento medicamentoso, comportamental e psicopedagógico da criança autista espera-se a redução dos sintomas e a adaptação da mesma à vida social, escolar e familiar.
Atualmente, a grande maioria dos psicanalistas realiza o tratamento da criança autista com a participação dos pais. Tanto o tratamento da criança autista quanto o dos pais são realizados, hoje, sob novo enfoque teórico-clínico, muito distinto do modelo da década de 60. O tratamento psicanalítico é, geralmente, complementado por outras modalidades terapêuticas, incluindo medicamentos, quando necessário.
1.4 MÉTODOS EDUCACIONAIS
 O atendimento pedagógico da criança com distúrbios severos de comportamento requer uma estrutura muito bem preparada. Os programas trabalhados nas escolas devem procurar melhorias na qualidade de vida da criança, através de uma melhora de comportamento que facilite sua integração na família e na sociedade. O espaço escolar deve levar em conta o desenvolvimento humano estimulando a manifestação de potencialidades, a integração e o crescimento individual, grupal e social.
O educador deve dispor de maior número de recursos na sua prática educacional. Dentre as quais destacamos:
1.4.1 A MUSICOTERAPIA
A musicoterapia que é a aplicação da música com objetivos terapêuticos, a pessoas com Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID) costuma ser bem aceita nos tratamentos, pois a música faz parte de situações vividas por estes em todas as fases de sua vida. Desde a escuta dos movimentos corporais da mãe na fase intra-uterina (batimento cardíaco, movimentos sanguíneos e peristálticos, músicas ouvidas pela mãe durante a gestação) até as canções de ninar dos primeiros dias de vida e as canções socialmente significativas ouvidas nos rituais de seu grupo social. A música constitui o primeiro espaço psíquico da criança, referência de segurança e saúde, podendo ser usada como uma ponte de acesso à expressão e comunicação das crianças com TID.
 No trabalho musicoterápico a criança com TID vive situações de pertinência, capacitação, planejamento, divisão de tarefas, expressão adequada dos sentimentos e gratificação, entre tantas outras. Em diferentes atividades, diversas regiões do cérebro recebem estímulos para novos aprendizados e para a atitude de aprender, em experiências assimiladas no plano musical e levadas a outras áreas de sua vida.
Além do mais existem dois tipos de atendimento musicoterápico, que são o individual e o grupal, O atendimento grupal acontece quando representa um benefício para a criança com TID, quando este já está apto a perceber outras pessoas e realizar tarefas simples com elas. Possibilitando o estabelecimento de vínculos com outros membros do grupo que deve ser estimulados nos indivíduos com TID.
1.4.4 TERAPIA OCUPACIONAL
            A atuação do terapeuta educacional se dar por vários modelos de intervenção e uma das áreas mais utilizada na área infantil, é a terapia de integração sensorial.  É um mundo vasto de informações sensoriais, que precisam ser organizadas, caso contrário, bombardeadas por estímulos, nossa atenção vai flutuar de um ponto a outro, sem conseguir focar em algo e aprender com as interações com o ambiente. E a integração sensorial organiza todo esse processo.
            Neste caso Crianças com falhas de processamento sensorial tendem a ser mais desorganizadas, muitas vezes tem dificuldade para prestar atenção e se relacionar com as pessoas, pois não organizam e interpretam informações sensoriais da mesma maneira que os outros.  Na maioria das pessoas os mecanismos de integração sensorial se desenvolvem normalmente, como resultados das brincadeiras infantis e interações com o ambiente, pessoas e objetos.
            Não podemos deixar de lado o problema sensório-motor na observação. E uma das formas de melhorar a situação da criança é reconhecer que o problema existe e interfere de forma importante no desempenho funcional e na interação da criança com o meio. Entender esses problemas nos dá uma nova forma de ver a criança, que de birrenta ou agressiva, passa a ser vista como a mercê das falhas de processamento sensorial, que resultam no comportamento observado.
1.4.5 MÉTODOS DE TRATAMENTO
            Vários métodos são utilizados com alunos autista em sala de aula dentre os quais destacamos: o ABA, vem de um linha de tratamento chamado terapia comportamental, que é usado para reduzir os comportamentos educacionais. Quando a criança realiza o comportamento desejado recebe a recompensa, quando não ocorre, não recebe.
           É importante ressaltar que as crianças com autismo levam mais tempo para aprenderem o que os outros pensam ou sentem, como, por exemplo, saber que a outra pessoa está satisfeita porque deu um sorriso ou pelo sua expressão ou gesticulação.   Além da dificuldade de interação social, comportamentos agressivos são comuns especialmente quando estão em ambientes estranhos ou quando se sentem frustradas.

           Estudo de caso


  Entre os dia 15/05 a 19/05 foi realizado o estudo de caso, com o aluno G., diagnóstico de Transtornos do Espectro Autista. 
Durante o estudo observou -se que ele tem problemas específicos como o medo, ataques de fobias, birras e agressões. Apresenta dificuldade na linguagem e  comunicação.
         O aluno G.,  tem cinco anos de idade, está matriculado no Pré, é uma criança diagnosticada com Espectro Global Autista, com distúrbio comportamental grave.
           Depois do laudo, constatando autismo infantil,  a mãe levou para fazer o acompanhamento, onde a fonoaudióloga indicou que matriculasse em uma escola  de Educação Especial.
           A comunidade escolar o  recebeu e  no início  ele chorava muito, não brincava com os demais alunos, era uma criança agitada, recusava a entrar na sala,  a mãe tinha que entrar junto na sala para que ele se sentisse mais seguro. Hoje é uma criança mais calma, brinca sozinho e sempre fala para a mãe que quer ir a escola.
          Depois que G., passou a  frequentar a escola o seu  comportamento  mudou muito,  não é mais agressivo, interage com os colegas e ele fala muitas palavras.  
         A professora relata que no início teve bastante dificuldade em trabalhar e desenvolver as atividades com o aluno, agora ele  mesmo pede o lápis e papel  para desenhar e escrever. 
        Quando começou a ir a escola , ele não falava, se escondia das pessoas,hoje ele interage  com todos a sua volta. 
        Para trabalhar na sala de aula os recursos usados são os disponíveis na escola, são pinturas , colagens, recortes, músicas,  brinquedos educativos. 
       A mãe tem uma boa interação com a escola,  sempre preocupada e procurando saber sobre seu filho e  a situação dentro da sala de aula sabe o quanto é importante esse vínculo com a família.

 Referências

TRANSTORNOS INVASIVOS DO DESENVOLVIMENTO, 3º Milênio 2005, 2º Edição. Walter Camargo Jr. E Colaboradores; Coleção Estudos e Pesquisa na Área de Deficiência.

DRAUZIOVARELLA.COM.BR. Acessado em 20/05/2017.













sábado, 20 de maio de 2017

Estágio: 12/05/2017

Hoje retornei meu estágio com a turma do Pré, a professora trabalhou com os alunos a confecção de instrumentos musicais feitos com sucata.
Foram confeccionados  tambor e chocalho, os materiais usados foram: lata  de leite em pó e de refrigerante, bexiga, arroz e elástico de dinheiro.
                                                       
TAMBOR



O objetivo da atividade é desenvolver a musicalização  na  criança, estudar a criatividade e  aprender as características dos sons.
No momento da atividade a professora incentiva os alunos na construção dos instrumentos dando auxilio , que eles compartilhem o material e os instrumentos. 
Para que possam trabalhar de forma lúdica, descontração e divertimento.

domingo, 14 de maio de 2017

Estágio: 10/05/2017


Hoje tive a oportunidade de estagiar com a turma do 2º ano do Ensino Fundamental.
A turma é composta por 4 alunos com diagnóstico de hiperativismo e autismo.
A atividade realizada é através do jogo  da memória onde eles devem encontra a figura  relacionada a palavra.
O objetivo é trabalhar com suas emoções, mostrar que quando acerta se tem a  emoção de felicidade e quando perde é de tristeza, dessa forma eles devem ter controle de suas emoções.
Depois da atividade os alunos fazem o lanche e vão para o recreio. No retorno do recreio fazem suas higienes e entram em sala. 
A próxima atividade é com  Mestre Lee, é um professor de capoeira que trabalha em conjunto com a escola, tendo como objetivo em suas aulas, trabalhar o desenvolvimento físico, cognitivo e psicológico dos alunos.
O Mestre Lee, está todas as segundas e sextas na escola, trabalhando com os alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental e com os alunos da EJA, desenvolvendo suas atividades com os alunos. 
é um momento que eles participam em grupo, fazendo que haja a interação entre eles de forma construtiva.


sábado, 13 de maio de 2017

Estágio: 8/05/2017


Hoje os alunos iniciaram com aula de Educação Física, as atividades contribuem para o desenvolvimento físico e cognitivo. Através de um circuito de atividades, os alunos devem pular os pneus, passar entre  a fileira de  cones, pular com um pé dentro dos bambolês que estão no chão e por último rolar sobre o tatame.
Todos se divertem muito com a aula, que se recusam  a entrar na sala.
Antes de entrar em sala fazem sua higiene, lancham e saem para a hora do recreio. 
No retorno do recreio a professora passa atividade de matemática com a construção dos números.

domingo, 7 de maio de 2017

Estágio: 05/05/2017

Ao chegar os alunos vão fazer sua higiene, logo após vão para sala e a professora passa os combinados para dar início  as atividades.
Atividade realizada  é com a música do seu Lobato, os alunos devem construir as palavras através do alfabeto  com os personagens relacionados na música. O objetivo é ensinar a família silábica.
No primeiro momento a professora apresenta a música para os alunos com o auxilio do rádio, logo em seguida distribui  as atividades impressas com imagens dos animais que a  música apresenta, onde eles devem verificar quais são eles e fazer a construção da palavra.
Durante a apresentação música os alunos se divertiram muito, principalmente o aluno com autismo, pois na música apresenta os sons dos animais e a interação com os colegas e a professora.
Depois da atividade os alunos fazem o lanche na sala e sai para o recreio.
Quando retornam do recreio fazem sua higiene antes de entrar em sala e a professora faz a atividade livre, eles podem escolher em ler um livro ou pegar um brinquedo.


sábado, 6 de maio de 2017

Estágio: 03/05/2017


Os alunos realizam ginástica no pátio, é uma atividade coletiva que trabalha a interação das crianças e com os adultos especialista da escola que são: os professores de educação física e os  agentes educacionais. Logo em seguida fazem sua higiene e retornam a sala de aula.
A professora trabalha com a escrita e leitura fazendo a associação da imagens com palavras e posteriormente a leitura global da palavra
O objetivo é que a criança aprenda a associar as palavras com imagens.
Através de um livro  com figuras o aluno deve circular a figura relacionada a palavra. 
As figuras são referentes a todas ações que fazemos no banheiro, por exemplo: Banho, escovar os dentes, lavar as mãos, etc. Os alunos devem circular as figuras fazem associação a palavra banheiro.
Com o auxilio da professora o aluno com autismo faz as associações no livro, ele não tem dificuldades com a coordenação motora. Os demais alunos conseguem realizar a atividade sozinhos.



ESTÁGIO: 26/04/2107  e 28/04/2107

Durante os dias 26 e 28 de abril a  escola realizou um programa Família na Escola.
Os alunos da escola fizeram maquetes contando a história de Curitiba.
Os  materiais usados foram cartolina, cola, tesoura, papel crepom e pinhão.
As maquetes foram apresentadas aos pais  o trabalho desenvolvido com os alunos.